Ana Neila Torquato

Quem é

ANA NEILA?

Sou ANA NEILA TORQUATO, uma brasiliense apaixonada por livros e por crianças. Tenho duas filhas, Sofia e Alana. Sou pedagoga, psicopedagoga e trabalho com educação há mais de 20 anos. Sempre gostei de ler, criar e contar histórias, e foi no trabalho como Coordenadora Pedagógica de uma escola pública de Educação Infantil do Distrito Federal que surgiu a motivação para iniciar formalmente minha carreira como escritora de livros para a infância. Gosto de ler e estudar sobre o papel da mediação e da afetividade na constituição do sujeito leitor na primeira infância. A natureza, os sentimentos e o universo infantil são as maiores inspirações para minha escrita. Tenho 8 livros publicados. Se quiser conhecer mais sobre meu trabalho, está convidado a navegar nesta página, especialmente feita para você.   

LIVROS PUBLICADOS

O Sapato da Centopeia

Durante uma animada festa, os bichos de jardim sentem falta da Centopeia. Preocupados com a amiga, eles seguem juntos para procurá-la.

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Davi Sabe Muitas Coisas

Davi Sabe Muitas Coisas é um livro que convida o leitor a olhar para as muitas potencialidades dos bebês e crianças pequenas de forma atenciosa.


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A Menina Muquerela

Manuela é uma menina que
gosta de brincar e de estar
com os amigos, mas vive
reclamando de tudo.

 

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O caso da Caçarola Amarela

O livro conta a história de Zinho, um menino que só gostava de comer batata frita, doces e outras guloseimas, até conhecer uma intrigante caçarola amarela.

 

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O Canto do Passarinho

O texto é uma poesia narrativa que carrega a profundidade de sentimentos que dão sentido à vida e nos constituem humanos.

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Os 3 Palitos

Criado para crianças pequenas,
mas capaz de tocar pessoas de
todas as idades, Os 3 Palitos fala sobre a importância da amizade, da força do trabalho em equipe e da perseverança em busca dos sonhos.

 

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Pé de Moeda

Pé de Moeda apresenta o
tema Educação Financeira de uma maneira leve e agradável, por meio da aventura de João, um menino cheio de imaginação, que durante o passeio no pomar da avó, encontra uma moeda.

 

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Minha Cidade

O texto, escrito em linguagem simples e bem humorada, é um convite à reflexão sobre a cidade da qual somos parte e tudo o que diz respeito a ela.

 

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Meu Quintal

Meu Quintal é a narrativa de um menino para sua professora e colegas de turma acerca de ligação com a natureza por meio do seu quintal e de tudo o que há nele.

 

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Contação de Histórias

Desde que comecei a escrever e publicar textos, meu interesse pela contação de histórias só aumentou. É muito bom contar as histórias que inventei e, de alguma forma, fazer cenários, situações e personagens saírem do papel, passarem pela minha voz e gestos e, finalmente, chegarem aos leitores/ ouvintes, sejam eles adultos ou crianças. Conto as minhas e outras histórias. As considero maneira especial de conexão com o mundo. Por meio delas nos licenciamos conhecer, imaginar e criar. 

Oficinas e Formações

Sou professora há alguns anos e, desde que resolvi me aventurar pelo mundo da literatura, não só como leitora que gosta de ler, mas como a leitora que busca um “algo mais” nos textos, muitas indagações começaram a povoar meus pensamentos de maneira tão fértil, que é praticamente impossível não estar mais atenta a tudo o que diz respeito a temas que aguçam minha curiosidade e vontade de aprender cada vez mais:

Visita às Escolas

A vida de escritora não é fácil, mas é prazerosa. Tão prazerosa que tenho dividido meu tempo entre o ser professora, mãe, esposa, filha e amiga sem deixar a escritora de lado. É bem verdade que a escritora está sempre comigo e busca nas experiências do dia-a-dia inspiração para as criações. Cada fala, cada leitura, cada olhar são importantes para mim, são matéria prima para invencionices* possíveis e impossíveis. Essas últimas são sempre as melhores.

Releitura

“Histórias nascem do escritor, mas é pelo leitor que ganham vida”.
Jhoy Anthony

Acredito que a literatura não precisa de um produto final. A história, por si só, tem seu papel e lugar na vida do leitor. O escritor tem uma ideia e a coloca no papel, mas a partir daí a história passa a ser do leitor. Assim, a escrita é um ato solitário mas, por meio da leitura e da releitura, passa a ser o mais democrático de todos os atos, pois a imaginação e o pensamento não têm regras, nem amarras. Apesar de não achar que a vivência com determinada obra literária necessite de materialização por meio de uma ou outra atividade complementar, não posso negar que, quando vejo vídeos, desenhos, maquetes, textos, esculturas, coreográficas, poesias e rodas de conversas feitas a partir das minhas histórias, sinto que a ideia cresceu, ganhou vida e voou. Livro bom é aquele que mexe conosco de algum modo. Ele não precisa, necessariamente, ensinar, mas precisa nos fazer sentir. Se você tiver alguma releitura dos meus livros, entre em contato. Vou gostar muito de conhecê-la!

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